O Até já está em última exibição. À uma hora vamos passar a ter outra rubrica. Amanhã explicaremos o que passaremos a apresentar neste horário. Hoje ficam bem acompanhados. Os nossos amigos do Gato Fedorento vão debater as grandes questões do
nosso tempo - até sempre!
O nosso blogue vai entrar num período de reestruturação e, durante esse período (que terminará em Março, com a entrada em vigor da programação de Primavera) o Até já terá características diferentes deixando de anunciar os posts do dia.
Hoje deixamo-vos com o actor José Vasconcelos e "Os Lusíadas":
Hoje, segunda-feira, álém de toda a programação habitual, temos logo pela manhã a música catalã - Lluís Llach, que canta "Corrandes d'exili" sobre as sequelas da Guerra Civil na Catalunha - começamos bem e acabamos a programaçã também da mnelhor maaneir - depois do estuário de Adão Cruz, vem a análise da política internacional feita por José Goulão, o giro do horizonte de Pezarat Correia e a economia por Júlio Marques Mota.
Deixamo-vos com os nossos políticos e as suas gaffes. Pagamos, temos direito a divertir-nos:
Ao romper da bela aurora, o Luís Rocha põe-nos a rodopiar com as valsas de Johann Strauss. A partir da aí, temos coisas novas a cada hora que passa - amanhã é dia de andarmos por aí com a Margarida Ruivaco. E à noite temos a melhor agenda cultural da blogosfera, aquela que dá pelo nome de pentacórdio e que o Rui de Oliveira organiza para todos nós.
E aqui temos uma senhora à espera que recomecemos.
- Vá para dentro, olhe o vento. Ainda se constipa...

Reabrimos a programação às sete, ao romper da bela aurora, com dois cantores de São Tomé e Príncipe. É o palco da lusofonia - E seguimos com a programação à velocidade de um post por hora - poesia, música, literatura, história, antropologia, análise política . Até que à uma hora de domingo teremos o até já e algum humor. Veloz, o nosso blogue. E por falar em velocidade...
Foi quase um incidente diplomático - num recente banquete de Estado em Copenhaga, o marido da presidente finlandesa, Tarja Halonen, não conseguiu deixar de olhar para dentro do decote da princesa Mary da Dinamarca… Apanhado em flagrante pela princesa e pelas câmaras – Pentti Arajarvi, compôs uma expressão de inocência e olhou para o tecto.
Ao romper da bela aurora teremos uma canção galega cantada por Mercedes Peon, após o que nos será servido um fumegante café - um poema de João Machado inspirado por um quadro de Dorindo Carvalho. Chegadas as 9 horas, teremos uma pequena agenda cultural. Às 10, continuamos a falar do problema de Olivença, vem o diário de bordo e ao meio-dia, Raúl Iturra continua as suas recordações sobre o trabalho que fez com Paulo Freire, dois posts depois, vem a Manuela Degerine caminhando para Santiago de Compostela e os livros proibidos. Clara Castilho falar-nos-á de Maria Lamas. São 18 horas - o jardim de Augusta Clara abre os seus portões - a Francisca Aguiar estará à nossa espera para nos contar uma história. Depois... depois não dizemos mais nada. Deu-nos um ataque de gaguez, como aconteceu com o político entrevistado pelo Jô Soares:
Ao romper da bela aurora teremos o Sérgio Godinho a cantar uma música de Fausto com letra baseada num poema do grande poeta angolano Viriato da Cruz, o "Namoro". Virá depois a argonaauta Maria Inês Aguiar com o seu poema inspirado num quadro do Dorindo Carvalho. Na Península continuará a ser tema central a questão de Olivença, teremos uma carta que o Coronel Vasco Lourenço enviou ao ministro da Defesa Nacional. Virão as memórias de um estrangeiro extravagante, a peregrinação da Manuela Degerine, os livros proibidos do José Brandão, na secção da Clara Castilho aborda-se o problema da gravidez na adolescência e no jardim da Augusta Clara fala-se no Acordo Ortográfico. E anoitece. E virão aqueles assuntos que nos tiram o sono se não quisermos ignorar a realidade... O que não nos vai tirar o sono é esta entrevista com um bombeiro:
Os problemas com a ligação à internet continuam a afectar-nos e quando o conseguimos, não sabemos se é por uma hora ou por escassos minutos. Por isso, continuamos a trabalharnuma base de precariedade - como tanta gente neste País, afinal. Pensamos poder garantir a Música Catalã, por sinal bem divertida esta semana, bem como o poema inspirado no quadro do Dorindo Carvalho. E, se os deuses estiverem connosco - como são gregos, devem estar cheios de trabalho - teremos tudo aquilo a que estamos habituados, desde a Península aos lIvros proibidos, desde as novas viagens da Manuela Degerine ao para um desenho da vida, desde as memórias de Raúl Iturra ao jardim... E à noite teremos a crónica de José Goulão, a análise de Pedro de Pezarat Correia, a Economia, e o terna é a noite - E até teremos um texto que Rui de Oliveira nos fez chegar e que se chama - "Narração exacta e comovida do que é o conto do vigário : um grande português” - o autor? Fernando Pessoa - já ouviram falar? Hoje não há vídeo, mas um cartoon brejeiro enviado por um amigo, o António Andrade:
Não é prudente pensarmos que tudo o que está programado vai ser publicado, pois os problemas técnicos que nos têm afectado ainda não estão totalmente solucionados - digamos que vamos tentar que durante o dia de amanhã tudo corra tão normalmente quanto possível - hoje parecemos ter conseguido esse prodígio. Amanhã, veremos. Teremos, se tudo correr bem, todas as rubricas- começando com Claude Debussy ao romper da bela aurora, trazido pelo Luís Rocha e terminando com o sensacional Pentacórdio do Rui de Oliveira.
Para vos oferecer uns minutos de boa disposição temos um vídeo da homenagem de Jô Soares ao grande actor e humorista José Vasconcelos, recentemente falecido. A história contada por Zé Vasconcelos é muito engraçada.
Quando reabrirmos, daqui por seis horas, será com música de um país lusófono: Aida Belo, de Timor-Leste. Virá depois mais um quadro de Dorindo Carvalho e um poema de Pedro Godinho. Paulo Ferreira Godinho desta vez não falará sobre a Constitução - oferece-nos um poema sobre as máscaras do Carnaval do nosso descontentamento - Raúl Iturra continua a homenagear as heroínas do seu Chile natal, etc. Não vamos dizer tudo. Dizemos só que à noite, para além do que é habitual, teremos uma mensagem de Mikis Theodorakis e uma crónica de Pedro de Pezarat Correia. E agora os nossos amigos do Gato Fedorento fazem uma antevisão do que vamos ter de fazer para sermos competitivos e para não sermos piegas. Os professores, por exemplo, vão ter de arranjar motivos sérios para se aposentarem - nada de pieguices:
Ontem foi um dia problemático, com problemas técnicos a afectarem a nossa programação - conseguimos, segundo nos parece, manter um aspecto quase normal. Hoje as coisas estão mais calmas - embora ainda não totalmente. Por isso é melhor não falarmos de uma programação que poderá terde ser alterada. Digamos que, tanto quanto nos seja possível, manteremos as rubricas dentro dos seus horários habituais.
Porque, perante uma emergência é preciso encontrar soluções. Como a história da vela contada pelo grande actor e humorista José Vasconcelos no programa de Jô Soares - ouçamos então a piada da vela.
Carlos Paredes nasceu em 16 de Fevereiro de 1925 em Coimbra (m.2004). Compositor e intérprete de grande qualidade, foi o principal divulgador da guitarra portuguesa. Por isso, nesta primeira hora do dia, lhe prestámos uma pequena homenagem. Voltamos a levantar os taipais do nosso blogue ao romper da bela aurora - o nosso conhecido belcanto com Armando Assis Pacheco, por muitos considerado o melhor tenor lírico brasileiro de sempre. Segue-se a arte, a poesia & etc com um quadro de Dorindo Carvalho e um poema de José Magalhães. Álvaro José Ferreira traz-nos a notícia de um bom programa de rádio - as idades do Mundo, segundo Francisco de Holanda. E tudo o que adiante virá.
As belas imagens com que abrimos este primeiro espaço de 15 de Fevereiro, foram-nos enviados pelo argonauta Adão Cruz e logo tivemos a ideia de as partilhar convosco. A música que as acompanha é a de Kitaro Matsuri - um conhecido compositor japonês. Mas, depois deste s momentos de beleza, vamos ao trabalho.
A nossa programação para o dia de hoje será assim: ao romper da bela aurora, teremos música galega - um grupo de rock exigindo a independência da Galiza. Logo depois Júlio Marques Mota inspira-se num quadro de Dorindo Carvalho para escrever um belo poema. Chega a Península do Pedro Godinho que nos falará da situação da língua portuguesa na Galiza - diário de bordo, as memórias de Raúl Iturra, os livros proibidos, o espaço da Clara Castilho, onde se falará de Vergílio Ferreira. No jardim estará o Fernando Correia da Silva com um conto autobiográfico. E, numa carta de Veneza, o nosso Silvio Castro dá-nos conta de uma importante decisão do Tribunal de Turim.
Hoje vamos deixar-vos com um belo
É uma da manhã e vamos dormir, não sem antes nos despedirmos e dizermos como vai ser o dia de hoje. Vamos começar pelas efemérides. Como sempre, há muito por onde escolher - em 1903, nasceu Georges Simenon, o escritor belga criador do inspector Maigret. Em 1906, o inesquecível Agostinho da Silva; em 1933, a Kim Novak... Quanto à nossa programação para hoje, vai ser assim: começamos ao romper da bela aurora com uma canção catalã na voz de Silvia Pérez Cruz, trazida pelo Josep Vidal. Logo a seguir vem o Adão Cruz com um belo poema inspirado num expressivo quadro de Dorindo Carvalho; depois de o Pedro Godinho trazer mais um texto sobre Olivença, chega o Padre Mário da Lixa que nos dir´´e como vislumbra um nesga de luz de esperança política. E com mais algumas rubricas habituais, chegaremos ao giro no horizonte, feito por Pedro de Pezarat Correia e à desindustrialização explicada por Júlio Marques Mota - um dia bem preenchido que rematará com uma canção por Mísia, artista que Augusta Clara convidou.
O Pato continua ausente. Mas mandou um bilhete com esta recordação da sua infância:
Daqui a seis horas reabrimos, ao romper da bela aurora, com Stravinsky, trazido pelo Luís Rocha e, às oito, com o café, teremos mais um quadro de Dorindo Carvalho com um poema de Paulo Ferreira da Cunha. Às dez, Margarida Ruivaco continua a dar-nos conta das suas andanças «por aí». Raúl Iturra continuará com as suas lições de etnopsicologia da infância e José Brandão trará mais dez livros proibidos pela polícia de Salazar e Caetano. No jardim das delícias, teremos hoje o António Sales a contar-nos uma história. Às vinte horas, o almirante Martins Guerreiro falará sobre o discurso do Ministro da Defesa Nacional há dias atrás. Continuaremos depois a recordar a Revolta de Fevereiro de 1927. Depois da economia trazida pelo professor Júlio Marques Mota, chega o pentacórdio do Rui de Oliveira - uma das melhores agendas culturais que anda pela blogosfera - não gostamos de competições, mas não vemos nada melhor. Como já repararam, falamos de efemérides um pouco ao acaso, não referindo necessariamente as mais importantes. Hoje é um dia difícíl. Vejam: em 1809, nasceram neste dia Charles Darwin e Abraham Lincoln, em 1861, Lou Salomé, em 1923 dois realizadores de cinema Costa-Gravas e Franco Zeffirelli... De Franco Zefirelli, que hoje faz 89 anos, um momento de um filme que realizou em 1968 - Romeu e Julieta:
Às sete horas reabrimos com música de Moçambique - Yara Silva canta uma marrabenta. Com o café, vem um quadro do Dorindo Carvalho e um poema de Paulo Rato. Depois do editorial, o António Mão de Ferro vem falar de um tema interessante - a degradação social e o papel central da ética profissional na evolução das carreiras. Temos depois a preciosa informação de Domenico Mario Nuti, a sexualidade infantil, os livros proibidos. A seguir ao jardim teremos uma crónica de Daniel Deusdado - Valentim o inocente...
O Gato Fedorento vem falar dessa personagem - Valentim.
Berthold Brecht nasceu em Augsburg no dia 10 de Fevereiro de 1898 (m.1956) e foi um dos maiores dramaturgos do século XX. A sua companhia Berliner Ensemble era o laboratório onde experimentava novas técnicas teatrais. Em 1954/55 realizou em Paris uma série de espectáculos com a sua companhia e tornou-se mundialmente conhecido.
Feita a referência a Brecht, falemos então do que temos pela frente. O Paulo Rato, ao romper da bela aurora, dá-nos a conhecer um dos seus compositores desconhecidos - Erich Korngold. O café virá com um quadro do Dorindo Carvalho e com um poema da Margarida Ruivaco. O Pedro Godinho continuará a falar-nos da questão de Olivença - e vem o editorial, a etnopsicologia da infância, os livros proibidos, para um desenho da vida e chegamos ao jardim das delícias - o Adão Cruz vai lá estar para nos contar uma história antiga - e será a altura dos temas mais duros - a política, a geoestratégia, a economia... E a música das 23 horas...
Vejamos então uma cena de "Mãe Coragem e os seus Filhos", de Bertold Brecht, representada pela Companhia do Teatro nacional de d. Maria II, com encenação de João Lourenço.
Em 9 de Fevereiro de 1885, nasceu o grande compositor austríaco Alban Berg (m.1935). Foi aluno de Arnold Schomberg. Wozzeck, ópera composta a partir da peça Woyzeck de Georg Büchner foi um grande êxito quando, em 1924, foi estreada em Viena. O Concerto para Violino é talvez a sua obra mais conhecida.
Referida esta efeméride, falemos um pouco da nossa agenda para hoje. Começamos ao romper da bela aurora com a soprano Elisabeth Schwarzkopf e logo depois, com um quadro do Dorindo Carvalho, teremos uma prosa poética de Mário de Oliveira, o Padre Mário da Lixa. Do restante salientamos o trabalho do professor Iturra sobre a sexualidade infantil, arte contemporãnea (morreram nestes últimos dias dois grandes pintores - o nosso Fernando Lanhas e o catalão Antoni Tàpies), livros proibidos, o habitual jardim das delícias. Finalmente um último bloco com textos políticos e de economia. Para amenizar estes temas mais duros, uma música que nos assegura que terna é a noite.
E vamos ouvir, interpretado por Nina Liepe, o primeiro andamento do Concerto para Violino de Alban Berg.
Adão Cruz
Afonso da Rocha Aguiar
Aleksandra Serbim
Álvaro José Ferreira
Amadeu Ferreira
Ana Afonso Guerreiro
Andreia Dias
António Gomes Marques
António Mão de Ferro
António Marques
António Sales
Augusta Clara
Carla Romualdo
Carlos Durão
Carlos Godinho
Carlos Leça da Veiga
Carlos Loures
Carlos Luna
Carlos Mesquita
Clara Castilho
Dorindo Carvalho
Ethel Feldman
Eva Cruz
Fernando Correia da Silva
Fernando Pereira Marques
Francisca da Rocha Aguiar
François Morin
Hélder Costa
João Brito Sousa
João Machado
João Vasco de Castro
Joaquim Magalhães dos Santos
José Brandão
José de Brito Guerreiro
José Goulão
José Magalhães
Josep Anton Vidal
Júlio Marques Mota
Luís Peres Lopes
Luís Rocha
Manuel Simões
Manuela Degerine
Marcos Cruz
Margarida Antunes
Margarida Ruivaco
Maria Inês Aguiar
Mário Nuti
Mário Pais de Oliveira (padre de Macieira da Lixa)
Moisés Cayetano Rosado
Octopus
Paulo Ferreira da Cunha
Paulo Rato
Paulo Serra
Pedro Godinho
Pedro de Pezarat Correia
Raúl Iturra
Roberto Vecchi
Rui de Oliveira
Rui Rosado Vieira
Sílvio Castro
Vasco de Castro
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